“— Idiota.
— Você só sabe me xingar, cansa não?
— Não (risos)
— Retardada.
— Ei!
— Que foi?
— Quem te deu o direito de me xingar?
— Ué, você me xinga o tempo todo.
— Eu posso, é diferente.
— Pode desde quando?
— Desde o momento em que eu comecei a amar você.
— E o que isso tem haver?
— Nunca ouviu dizer que quem ama xinga?
— Claro que sim, então deixa eu xingar você também?
— Só com uma condição.
— Qual?
— Toda a vez que você me xingar, você me dá um beijo depois.”
— Luana Souza (versos-e-vodka)
“- Me perdi.
- Eu também.
- Também se perdeu?
- Não, também te perdi.”
“Ele pode estar olhando as suas fotos neste exato momento. Porque não? Passou-se muito tempo. Detalhes se perderam. E daí? Pode ser que ele faça todas as coisas que você faz, escondida. Sem deixar rastro nem pistas. Talvez ele passe a mão na barba mal feita e sinta saudade do quanto você gostava disso. Ou percorra trajetos que eram seus, na tentativa de não deixar que você se disperse das lembranças. As boas. Por escolha ou fatalidade, pouco importa, ele pode pensar em você . Todos os dias. E ainda assim preferir o silêncio. Ele pode reler seus bilhetes, procurar o seu cheiro em outros cheiros. Ele pode ouvir as suas músicas, procurar a sua voz em outras vozes. Quem nos faz falta acerta o coração como um vento súbito que entra pela janela aberta. Não há escape! Talvez ele perceba que você faz falta. E diferença. De alguma forma, numa noite fria. Você não sabe. Ele pode ser o cara com quem passará aquele tão sonhado verão em Paris . Talvez ele volte. Ou não”
—
Caio Fernando Abreu (via
sdrroll)
“Algumas pessoas são assim, dizem que não sabem viver sem você…
Mas depois aprendem.”